domingo, 26 de maio de 2013

Visita de estudo


O dia 24 de maio foi vivido, intensamente, com o musical do Zorro no teatro Rivoli na cidade do Porto.















 
 A hora do almoço passou-se no Zoo da Maia.

 
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Após o almoço visitamos o Zoo, onde descobrimos o reptilário, um tigre bebé com seis meses de idade, aves exóticas, cangurus a viver em liberdade...

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Numa flor

 
 No dia 22 de maio, as palavras deram origem a frases perfumadas de palavras e gestos simples que no dia a dia se podem tornar bastante significativos.
A D. Cristina ofereceu-nos uma leitura
com palavras perfumadas.
Do livro Perfume de Pedro Paulo Câmara 

Uma flor para ti
E nada mais seria preciso
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Um gesto de amor(embora pequeno)
Tudo estaria presente
Numa flor para ti
Ilustração do poema  com breve, mas significativa frase.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Divercook na escola


Divercook é um conceito inovador na área da nutrição saudável.
No dia 14 de maio, da parte da manhã, a turma do 4ºA aprendeu a preparar um pequeno almoço saudável,  colorido, nutritivo, saboroso e perfumado.


Vestidos a rigor ( avental e touca) preparavam-se
para descobrir
os ingredientes para um pequeno almoço
fornecedor de energia para começar o dia.

 

Ingredientes: cenoura, cereais (aveia) iogurte natural,
 mel, Kiwi, maçã e laranja.


Preparação: torrar os cereais, adoçar com mel,
cobrir com iogurte natural bem batido
para ficar mais cremoso
e cobrir com frutas a gosto.


Serve-se acompanhado com um sumo natural
 de laranja cenoura e maçã.

sábado, 4 de maio de 2013

Dia da Mãe,hoje

O primeiro domingo do mês de maio é o dia dedicado à mãe.
Hoje, dia 5 de maio, a todas as Mães, um dia muito feliz.






Lembrança para  a mãe usando sólidos geométricos.

 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

sábado, 6 de abril de 2013

Após as férias

Regressamos no dia 2 de abril à escola. Apesar dos sinais de inverno teimarem em não nos abandonarem, a primavera já estava marcada no calendário.
Comemorava-se "O dia internacional do livro infantil" e decidimos destinar uma parte do nosso tempo letivo a falar dele e de todas as coisas que com ele aprendemos, descobrimos, sonhamos...
Começamos com a leitura e interpretação do poema:
"Alegria dos livros à volta do mundo
 
Lemos juntos, tu e eu.
Vemos que as letras formam palavras
e as palavras se transformam em livros que seguramos na mão.
Ouvimos murmúrios
e rios agitados correndo pelas páginas, ursos que cantam à lua melodias divertidas.
Entramos em castelos misteriosos
e das nossas mãos crescem árvores em flor até às nuvens.
Vemos meninas corajosas que voam
e rapazes que pescam estrelas cintilantes.
Tu e eu lemos, dando voltas e mais voltas,
alegria dos livros à volta do mundo."

 Pat Mora

(trad. Maria Carlos Loureiro)
 
Planificaram-se as atividades em que as palavras: livro, leitura, ler e primavera deram o mote à tentativa para criar grandes poetas e pintores.
 
 






Joana Marisa


João Pedro

quinta-feira, 28 de março de 2013

sábado, 23 de março de 2013

Final da semana da leitura

 A Feirinha do livro foi uma atividade programada para celebrar a semana da leitura.

A escolha dos livros 

A leitura, em sala de aula, esteve presente pelos alunos e pela professora Ana Martins.
Individualmente, leram o livro O dia em que o mar desapareceu de José Fanha e ouviram ler A escolinha do mar de Ruth Rocha.
 
 
A escolinha do mar divertiu-nos com as peripécias dos estudantes Tubaronete, Tubarão Barão, Peixe Elétrico, Enguia, Lulita e a professora Vila-Peixes. 
 
 
O dia em que o mar desapareceu conta a história de um rapazinho que amava o mar, o seu mar azul. Amava-o tanto que sempre que o via ficava feliz, com o coração de cor azul. Mas um dia uma família de pássaros Bisnaus destruiu o mar do rapaz. Uma família de pássaros burros e porcalhões.
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Os peixes decidiram ir-se embora, as algas deixaram de crescer, as pedras do fundo do mar ficaram em pó, o sol já não era brilhante, o mar já não era azul e... desapareceu.
O rapazinho chorou, chorou....

Um dia, Miraldina, a mãe do mar apareceu. Deitou pingas de chuva e o mar foi crescendo aos poucos. Ficou maior e mais azul. Tudo regressou e os peixes trouxeram amigos novos. O mar ficou ainda mais azul.


 

sexta-feira, 22 de março de 2013

O livro que falava com o vento


Trabalho de grupo feito em pano cru

Decorria a semana da leitura e o dia 13 de março foi dedicado ao encontro com os pais.
Sinais de leitura aconteciam com O livro que falava com o vento e outros contos de José Jorge Letria.
 
Trabalho de grupo preparando o ambiente para a leitura do livro. 
 
Avó, mães e padrinho no momento da leitura

Autor – José Jorge Letria
Obra – O livro que falava com o vento e outros contos

Era uma vez um livro que falava com o vento. Na memória do autor havia boas recordações da leitura do livro de encadernação de carneira verde escura. Estava há muito tempo guardado no fundo de uma arca, no sótão, em casa dos avós, mas passou a ser guardado num lugar de destaque para ser relido. Numa noite de ventania ciclónica o autor deparou com o livro no chão do seu escritório. Preparava-se para recolocá-lo no lugar, quando ouviu uma pequena voz que afirmou que o vento queria levá-lo consigo. O autor viu que quem falava era o seu livro. Lá dentro tinha escrita uma linda história de amor e de aventuras. O vento conhecedor do mundo e dos seres humanos, andando por mares e outros continentes, ouvindo histórias em todos os lugares e escrevia os seus livros. Os livros nasciam pela boca do vento.

  Os dias de ventania estavam prestes a voltar e o livro convidou o autor a abrir a janela e a conversar com o vento. Preparou o seu escritório para receber a ventania e confirmar se o livro era capaz de dialogar com o vento. O vento chegou carregado de histórias fantásticas. O livro e o vento, afinal, eram grandes amigos.
A conversa prolongou-se e o autor acabou por adormecer. Quando acordou, o livro tinha desaparecido. Não estava nem em cima da secretária, nem na estante. Numa semana, ao entrar numa livraria o autor deparou-se com um livro designado "O livro que falava com o vento", abriu-o e nas últimas páginas encontrou a conversa entre o livro e o vento que tinha ouvido no seu escritório. Pegou no livro e levou-o para casa. Pelo caminho a brisa fresca soprou-lhe ao ouvido e convidou-o a escrever uma nova história chamadaO escritor que falava com a brisa”
Nestas histórias só acreditará quem quiser.