quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A árvore generosa

Era uma vez uma árvore…que amava um menino.
Era uma vez um menino…que amava uma árvore.
O menino brincava com as folhas, trepava pelo tronco, apanhava maçãs, jogava às escondidas, baloiçava nos ramos, encostava-se ao tronco a descansar e respirava ar puro.
O menino cresceu.
O tempo passou.
A árvore ficava cada vez mais sozinha e triste.

Um dia voltou já crescido.
A árvore convidou-o para brincar como fazia quando era mais pequeno.
Porém, recusou o convite. Agora, o menino queixava-se que precisava de dinheiro.
A árvore entristeceu, pois dinheiro não tinha para dar, somente maçãs que podiam ser vendidas e, assim conseguia dinheiro.
Então,o menino apanhou todas as maçãs,levou-as para vender e arranjar dinheiro.
E a árvore ficou feliz.
O tempo foi passando. O menino ficou longe durante muito tempo…
A árvore continuava cada vez mais sozinha e triste.

Mais tarde ele apareceu, mas já um homem.
A árvore mal o viu, até se abanou de tão contente.
Pediu-lhe para subir ao tronco, baloiçar nos ramos, respirar o ar puro e descansar na sombra para ficar feliz.
Mas agora o menino já não tinha tempo para brincadeiras, era um homem e precisava de uma casa para viver.
Mais uma vez, a árvore ofereceu os seus ramos para construir uma casa para a sua mulher e filhos.
O menino assim fez. Cortou os ramos e levou-os.

Mas uma vez mais se deu a separação. O menino partiu. Quando voltou, a árvore ao vê-lo nem conseguia falar.
Convidou-o para brincar, mas ele queixou-se que já estava velho e triste demais para brincadeiras.
Precisava de um barco, que o levasse para longe para se distrair. Pediu-lhe um barco, e, mais uma vez, ela ofereceu-lhe um tronco para construir um barco, navegar para longe e ser feliz.
O menino cortou um tronco, fez um barco e despediu-se.

Muito tempo se passou e, novamente apareceu o menino.
A árvore mal o viu pediu-lhe desculpa, pois já não tinha maçãs.
O menino explicou que também já não tinha dentes para as trincar.
A árvore lamentou-se que também já não tinha ramos para o menino baloiçar.
O menino falou que, hoje, os seus braços já estavam muito fracos.
A árvore que tinha sido sempre tão generosa, agora queixava-se que já não tinha tronco para ele trepar.
O menino lamentava-se e dizia que tinha as pernas fracas para o conseguir.
A árvore deu um grande suspiro e pediu desculpa ao menino, pois já nada tinha para lhe oferecer. Era apenas um velho tronco.
O menino sentia-se cansado e velho e, agora já não precisava de muita coisa. Só queria um lugar sossegado para descansar.
A árvore, muito feliz, convidou o menino para se sentar e descansar.
E foi o que o menino fez.
E a árvore ficou feliz.

Recontamos a história, ilustramos e elaboramos o cartaz.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

2012

Os nossos votos de um feliz 2012

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Porque é Natal.

O Natal está a chegar!
Na semana que o antecede, as atividades foram diversificadas, mas com um tema comum, NATAL.
Pensamos no Natal que já vivemos.
Desenhamos e pintamos.
O Natal carregado de neve.

O Pai Natal e os presentes.

O trenó chegou, puxado por uma rena e aterrou em cima do telhado.

A menina recebeu da mão do Pai Natal, o presente tão desejado.

Há uma estrela no ar, a desejar a todos um FELIZ NATAL.

Escrevemos a carta ao Pai Natal.

Fizemos a árvore de Natal,reaproveitando a árvore de outono.

Recordamos a leitura do livro, O Rapaz Que Tinha Zero a Matemática, e resolvemos fazer um saquinho, para encher no Natal com algum dinheiro oferecido pelos familiares. Hoje, o saquinho levava algumas guloseimas, mas na noite da consoada, terá algum dinheiro para ajudar a comprar o presente dos nossos sonhos. Foi assim que o Vasco fez, preferiu dinheiro para comprar o presente tão desejado, em vez de muitos sem interesse.
Algumas mães coseram os saquinhos feitos com pano cru e nós usamos a técnica do guardanapo.
Recortamos o guardanapo.

Utilizamos cola própria para o trabalho.

Pincelamos o saco.
Colamos o guardanapo e voltamos a pincelar.

Concluido o trabalho,ficou a foto para mais tarde recordar.

No final, cantamos, tocamos flauta e recebemos o Pai Natal.

Um momento do agrado de todos.

O Pai Natal presenteou todas as crianças.
As barbas brancas faziam cócegas.

Houve uma criança com mais interesse em descobrir a cara do Pai Natal do que o presente.

Para adoçar a época festiva fizemos Bolachinhas de Natal.
Touxemos açúcar, farinha, ovos, manteiga e canela.

Misturamos muito bem todos os ingredientes.
A massa estava um pouco presa,mas alguém queixou-se que a massa estava dura, pois, foi tal o esforço, que em poucos segundos ficou cansado.

Misturamos tudo muito bem e sempre para o mesmo lado.

Estendemos a massa e cortamos com formas, onde havia feitios de lua, estrela, coração, trevo, anjo...

Fizemos mais de duzentas bolachas.

Finalmente, apareceram estas deliciosas bolachas, mas a primeira fornada perdeu-se, os vigilantes acharam que deviam de ser torradas.

A receita.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A tabuada do nove

As descobertas da tabuada do nove.

Os produtos encontrados são um ímpar(9),um par(18),um ímpar(27)... e assim sucessivamente.

Saltando de nove em nove reparamos que todos os resultados, com a exceção do 81 e do 90, fazem parte de todas as tabuadas estudadas anteriormente.

Nos produtos obtidos, o algarismo das dezenas vai crescendo e o algarismo das unidades vai decrescendo.
Adicionando os algarismo dos produtos o resultado é sempre 9.
Desenhamos o padrão circular do nove.

domingo, 4 de dezembro de 2011

História em retalhos

Já chegaram à escola os retalhos,que as diferentes famílias, de uma forma excelente, carregados de cor e imaginação reproduziram a leitura do livro, O rapaz que tinha zero a matemática.
A família do João Pedro representou a história mostrando que a matemática é uma ginástica da cabeça.Sem ir ao ginásio, nem vestir fato de treino, faz-se ginástica com a cabeça.
"Ai,não há coisa mais prática
Que usar a matemática!
Mesmo uma pessoa asmática,
muito velha, com ciática
faz ginástica acrobática
com essa jovem simpática
que se chama matemática.

A família da Marta desistiu de mostrar os cálculos do Vasco, pois ele gostava de ser engenheiro, mas com as contas todas erradas, as pontes depressa caíam para o fundo dos rios. Lembrou-se que a Isabel, uma das personagens da história pediu-lhe ajuda para fazer o bolo do aniversário.O Vasco, rapidamente, fez o bolo,mas com as doses todas trocadas.O bolo foi um verdadeiro desastre; pingou gordura para o vestido da professora, estava enjoativo, alguns até achavam que iam vomitar...

A família do Orlando também quis marcar o acidente na cozinha, na confeção do bolo de aniversário.
Para o Vasco mais grama, menos grama não tinha qualquer importância.Entornou meio pacote de farinha, ao açúcar fez o mesmo, entornou toda a garrafa do óleo e só faltavam os ovos.Pensou quanto seria 4x2.Achou que seria meia dúzia.Ovos e raspa de limão e o bolo ficaria uma delícia..........
No dia seguinte, o desastre.

O trabalho de sala de aula, onde todos participaram.

A escolha dos protagonistas, Vasco e Isabel.

O problema do Vasco.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Zero a matemática

Duas mães e uma avó, juntamente com os seus filhos e seu neto ofereceram um momento delicioso de leitura, a toda a turma do 3ºD.
De Luísa Ducla Soares, ouvimos ler,O rapaz que tinha zero a matemática.

Era uma vez um rapaz que só tinha zero a matemática.
Um dia surpreendeu tudo e todos com um poema.
"Há coisa mais antipática
Pior que a matemática?
nem sequer a dor ciática,
a tortura asiática
a tosse de cão asmática...
Há coisa mais antipática
pior que a matemática?"

Como detestava a matemática,não sabia fazer contas, não sabia calcular o dobro das porções da receita do bolo dos anos da Isabel, foi enganado por o Raul, um mariola que lhe ficou com o troco...
Mas um dia, o seu avô fê-lo descobrir que em cima dos ombros, entre duas orelhas, por baixo dos cabelos havia uma máquina pronta a funcionar.
Durante umas férias de Natal, o Vasco e o avô fizeram muita ginástica.
A matemática é uma ginástica da cabeça.
"Ai, não há coisa mais prática
Que usar a matemática!
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Com o desenvolvimento da história, o Vasco não soube preparar devidamente o bolo dos anos da sua amiga, mas a mãe da Marta surpreendeu todos, quando nos ofereceu no final da história um bolo.

Estava muito fôfo e gostoso.
Todos lhe agradeceram batendo muitas palmas.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Tabuada da multiplicação por 8

Continuamos a descobrir regularidades e padrões das tabuadas.
Antes de memorizarmos a tabuada da multiplicação por oito, fizemos diferentes construções para a entendermos.



Saltando de oito em oito, descobrimos que só encontramos números pares.
Descobrimos o padrão numérico e com os produtos obtidos desenhamos o padrão circular da tabuada do oito.

Nos cadernos registamos os trabalhos que se vão fazendo no quadro.



Construimos uma tabela e verificamos que a tabuada do 8 é o dobro da do 4