terça-feira, 7 de junho de 2011

sexta-feira, 3 de junho de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

Uma história de pasmar



Seguindo a ordem alfabética, hoje, concluimos o tema do P.C.T. Leitores criados...contos partilhados, com a presença da mãe do Telmo.
Com um livro de Maria Alberta Menéres, Histórias de tempo vai tempo vem, mãe e filho leram muito bem, Uma história de Pasmar, onde o Feiticeiro era o sono e a Fada o acordar.

"Abriu tocas de raposas
e as raposas saíram
pelo monte a correr
à procura de ovelhas
que haveriam de comer"

" Deu cor às papoilas
às abelhas e às romãs"


" De repente, quem diria
fazendo da noite dia
a Fada apareceu.
Fugiu logo o Feiticeiro
para o alto de um pinheiro
e dali saltou para o céu
quando a fada apareceu"

terça-feira, 17 de maio de 2011

O Pequeno Carro Vermelho

Na sala do 2ºB fez-se articulação com uma turma do J.I., onde a leitura do livro, O pequeno Carro Vermelho, feita pelo Pedro Gabriel e pela mãe,encantaram todos deixando-os motivados até ao final. Apoiada a história com um power point, com uma leitura clara e expressiva de ambos, com todas as onomatopeias lidas e produzidos os seus sons, de uma forma quase real, toda a criançada riu e divertiu-se a dizer:"Pó-pó-ró-pó-pó-pi-ri-pi-pi......Brrum,brrum...

Alunos do 2ºano B e sala do J.I.

Uma mãe feliz, a ler para os dois filhos,um no 2ºano e outro no J.I..

A toda a velocidade ouvia-se: Pó-pó-pó-ró-pi-ri-pi- BIP!BIP! BIP!
Mas de repente, a marcha do carro abrandou, um carro carregado de balões seguia pela estrada devagarinho. O Carro Vermelho buzinou e pediu para o camião acelerar, mas ele não podia. Cansado de o ouvir a apitar, o camião encostou à berma, e, ele acelerou.

Mas de repente, apareceu-lhe uma carrinha carregada de bolos e de pães pela estrada fora muito devagar. Novamente ouviu-se um BIP! BIP! A pedir para se despachar, pois tinha que chegar rapidamente a um encontro.

Mas de repente, um autocarro velho cheio de crianças ocupava a estrada e andava muito devagarinho. Resmungava o carrinho pelo dia tão complicado que estava a ter.



Mas de repente,viu à sua frente,um palhaço equilibrista a fazer circo na estrada e a não deixar circular o carrinho. Lá voltou a buzinar, o palhaço perdeu o equilíbrio e caiu em cima de um arbusto. Acelerou o Carro Vermelho, quando de repente,começou a ouvir um pufff, pufff, pufff… e parou de vez.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Chocolata

Um momento de leitura divertido,proporcionado pelo Simão e pela mãe, com a história de Chocolata, um hipopótamo fêmea que decidiu abandonar o seu banho diário na lagoa da selva e partir para a cidade à procura de uma Casa de Banhos. Teófilo, o macaco de serviço transmitiu-lhe a notícia que tinha escutado através dos vento.

Chocolata acordou cedo, despediu-se das amigas e, com uma mini-mala na mão, atravessou a selva e dirigiu-se à cidade.
Nas ruas todos olhavam para ela. Apresentava um ar muito diferente das pessoas. Para resolver a diferença existente entre ela e os outros, entrou numa loja de roupas. Comprou um fato de treino vermelho, um biquini, uma camisa de dormir cor-de-rosa, um pijama, uns calções e uma saia rodada , tudo tamanho XL.

Entrou numa sapataria e experimentou sandálias, botas de bico, botas de salto e uns ténis com luzinhas que acendiam e apagavam.Gostou muito dos ténis e levou-os logo calçados. Num restaurante vegetariano apreciou vinte pratos de ervas selvagens e onze litros de água mineral.

Chegou à Casa de Banhos, mas a banheira era estreita, o biquini muito pequeno e a água muito pouca. Chocolata sentiu-se bem e diferente.
Saiu do banho e resolveu comprar um livro para o seu amigo Teófilo que adorava ler. Procurou uma livraria e escolheu um sobre a selva africana.
Dormiu num hotel de três estrelas e durante a noite, sonhou com a selva, com a lagoa e com as estrelas, pois só conseguiu ver as que estavam na porta do hotel.

Na manhã seguinte, partiu para a selva com os ténis a acender e apagar, enfiada no fato de treino vermelho.
Teófilo,como sempre, escutava o vento e sentiu que a amiga estava a chegar.
Emocionou-se tanto que até lhe chamou Cocholaataaa.
Enquanto Chocolata contava a viagem , Teófilo fazia macaquices. Vestiu a camisa de dormir, colocou os ténis na lagoa a servir de faróis, meteu uma bolsa do biquini a servir de chapéu...
Chocolata e as amigas mergulharam na lagoa e encheram-se de lama..
Ao anoitecer, Teófilo leu-lhes um conto sobre a selva africana e adormeceram a olhar para as estrelas.
Afinal o melhor banho do mundo estava na selva.

domingo, 1 de maio de 2011

Lembranças para a mãe

Hoje os alunos surpreenderam as mães com este desdobrável.

Dentro de um envelope,levavam textos que retratavam a mãe no seu dia a dia.
Uma carta feita por um dos alunos.

Dois acrósticos com números.

A todas as mães, um dia carregado de momentos felizes.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

domingo, 3 de abril de 2011

Andorinhas a caminho de Canchungo

A iniciativa do projeto - Andorinha - visa promover o uso da Língua Portuguesa e a cultura em Língua Portuguesa no quotidiano das crianças guineenses.
Um projeto de asas abertas para voos longos entre Portugal e a Guiné,na região de Cacheu, Guiné-Bissau.
A Primavera fazia-se anunciar, algumas andorinhas tinham acabado de regressar de terras africanas, procuravam beiral pelos lados da Torreira- Fregim- Amarante, quando houve necessidade de um regresso forçado, pois havia dezanove mensagens simples, mas lindas e sinceras de outras andorinhas, mas estas de Portugal.
Já partiram, aguardamos resposta.
As nossas mensagens.



Os envelopes e selos feitos pela turma.
A nossa prendinha,um simples lápis.

terça-feira, 29 de março de 2011

O Casamento da Gata

Integrada na semana da leitura,a turma apresentou a história - O Casamento da Gata - de Luísa Ducla Soares aos meninos do J.I.e 1ºano da e.b..
Uma simples história transmitida através de quadras memorizadas e acompanhadas pelas ilustrações do livro no quadro interativo.

Metendo mãos à obra,a turma escolheu uma forma mais criativa de escrita, seguindo o método de "palavra puxa palavra".
Palavra puxa palavra
Era uma vez um casal de gatos
Gatos que queriam casar a filha gatinha
Gatinha com seis meses e unhas afiadas
Afiadas eram as duas orelhas do noivo
Noivo escolhido um lindo coelho
Coelho malhado à procura de padrinhos.
Padrinhos assustadores foram dois lobos
Lobos a uivar chamaram a cozinheira
Cozinheira mosquita saiu da estrumeira
Estrumeira junto à velha macieira
Macieira com uma teia de aranha
Aranha prometeu fazer vestido e véu
Véu bem feito com muita magia
Magia fizeram os grilos a cantar
Cantar com muita alegria
Alegria com as borboletas bailarinas
Bailarinas a dançar no ar
Ar fresco para o negro melro
Melro que foi o padre para casar
Casar gato e coelho não foi boa ideia
Ideia teve o lobo de atacar o coelho
Coelho e convidados fogem de medo
Medo teve a gata e fugiu para o telhado
Telhado onde estava o gato malhado
Malhado esse gato cheio de amor
Amor sem vestido, grinalda e véu
Véu foi para o lixo, pois os gatos
Gatos e gatas andam ao léu.

O gosto pela escrita refletiu-se num simples reconto com a respetiva ilustração.

O Casamento da Gata
Uma história de animais, onde uma família de gatos combinaram casar a sua filha gatinha.
Num casamento há noivos, padrinhos, vestidos, banquete, música, convidados e padre.
A noiva estava pronta a casar, mas noivo era preciso arranjar.
O coelho respondeu que queria casar, mas os padrinhos tinham que os encontrar.

Dois lobos aceitaram o convite com a condição de ninguém ter medo deles.
Num casamento é preciso uma cozinheira, ofereceu-se uma mosquita que mexia na estrumeira.

Uma noiva não podia ir feia, nem ir ao léu, precisava de vestido, grinalda e véu.
A aranha na sua teia ofereceu-se para ser costureira.

O dia do casamento é uma grande festa, faltava encontrar uma orquestra.
Saíram dez grilos de uma alface e tocaram música com muita classe.

Com música precisavam de bailarinas, apareceram a borboletas para bailar.

Só faltava o padre para casar, apareceu o melro para abençoar.
Foi tal a demora que os bichos ficaram com fome. A mosca atirou-se à aranha, os lobos ao coelho e quase os comem. A bicharada ao ver tal coisa, fugiu assustada.
Com tal confusão, a gata atirou para o lixo o vestido e o véu, subiu para o telhado e foi namorar o seu amigo, o gato malhado.

terça-feira, 22 de março de 2011

O Corvo e a Raposa


Na semana dedicada à leitura,nada melhor do que trabalhar o conto tradicional que o Paulo e a mãe leram muito bem para toda a turma.
Um conto tradicional,onde as personagens são animais e cuja narrativa tem uma moralidade que podemos aplicar no nosso dia a dia.
O conto mostrou a todos que não nos devemos envaidecer com todas as palavras elogiosas que outros nos dizem, pois muitas delas só servem para nos enganar.

Era uma vez um corvo muito vaidoso.
Gostava de passear pela floresta mostrando as suas penas pretas e fazendo ouvir o seu belo canto.
Quando enchia o peito de ar empoleirava-se em cima de um ramo de uma árvore, cantarolava e, à sua volta outros animais paravam para o ouvir. Sentia-se muito orgulhoso.
Certo dia, apareceu na floresta uma raposa matreira e muito espertalhona. E, logo ouviu falar do lindo corvo. Como era muito matreira depressa pensou arranjar maneira do Corvo não se achar melhor que os outros.


Passeava a raposa pela floresta, a procurar o Corvo, quando o avistou empoleirado numa árvore com um apetitoso queijo no bico.
Imediatamente se meteu à conversa apreciando o aspeto do queijo. O Corvo não lhe ligou, pois sabia que a raposa era muito esperta e aquele petisco seria só para ele. A Raposa tentava convencer o Corvo a partilhar o queijo, prometendo-lhe que no dia seguinte arranjaria um ainda maior. O Corvo continuava sem abrir o bico e nem lhe dava conversa.
A raposa continuava a elogiar o Corvo, elogiando as penas pretas e brilhantes, mas fazia questão de as ver mais de perto. O Corvo ficou muito vaidoso, mas continuou empoleirado no ramo da árvore.
A Raposa não arranjava forma de o convencer.
Deu tantas voltas à cabeça que voltou a elogiar o Corvo. A Raposa disse-lhe que ele era a única ave da floresta que tinha a voz mais bela e que gostava muito de o ouvir cantar. Com tantos elogios o Corvo estava cada vez mais envaidecido. Ele sabia que a sua voz era muito bonita e quis mostrar à raposa que ela tinha razão.


Mal abriu o bico para mostrar o seu canto, de imediato o queijo caiu ao chão.
A Raposa logo que o viu, deitou-lhe os dentes e comeu-o.
O Corvo ficou muito triste e zangado com ele próprio pois percebeu que a sua vaidade fê-lo perder o queijo a troco de umas palavras simpáticas saídas da boca de uma raposa manhosa.