domingo, 20 de fevereiro de 2011

As plantas







Plantas espontâneas

Plantas cultivadas

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O Pequeno Bombeiro Hugo


Sentiu-se que foi com grande prazer que a mãe e o Luís partilharam connosco a história do bombeiro Hugo.
Um momento divertido, não só pelas peripécias divertidas que aconteceram quando a campainha de alarme do 2ºRegimento de Bombeiros tocou e interrompeu o pequeno almoço do Bombeiro Hugo, mas também pela ansiedade do Luís. Bateu a perna durante toda a leitura, assustado que a mãe não conseguisse ler(confissão da Mãe) e da sua leitura ser ou não perfeita. Após a leitura a pergunta foi imediata:- "Professora li bem?"
Apesar da resposta ter sido afirmativa a pergunta repetiu-se.
Todos gostaram e alguns compararam-se ao Hugo quando se esquecem dos materiais necessários ao dia a dia escolar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O rato do campo e o rato da cidade


A avó Alice e o seu neto, o Orlando ofereceram um momento de leitura à turma, com uma história divertida e muito colorida sobre dois animais, que sendo da mesma espécie, tinham formas de vida muito diferentes.
O Rato do Campo vivia tranquilamente na sua quinta. Era feliz, porque estava em contacto com a natureza. Acordava com o cantar do galo, dizia bom dia a todos os animais, tratava da horta, pescava no rio...
Com a chegada do primo, o Rato da Cidade que ao ver a vida do campo oferece-lhe a oportunidade de conhecer a agitada vida urbana.
Será que vai gostar?

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Recontamos/ilustramos

A girafa que comia estrelas
Era uma vez uma girafa chamada Olímpia. Era uma girafa tão alta, tão alta que quando levantava a cabeça e se punha em bicos de pés, a cabeça dela desaparecia entre as nuvens.
D. Augusta, a mãe de Olímpia não gostava nada disto, pois as nuvens são húmidas, frias e a sua filha podia ficar constipada.
Uma constipação é muito perigoso para as girafas, pois quando espirram sacodem as árvores e assustam todos os bichos.
Olímpia gostava de andar com a cabeça nas nuvens, queria ver anjos.
A Avó Rosália, pouco antes de morrer dissera-lhe que os anjos dormem nas nuvens e quando as pessoas morrem transformam-se em anjos.


Olímpia tinha saudades da avó e passava o dia inteiro com a cabeça entre as nuvens.
À noite comia estrelas, eram doces e macias. Ela comia umas e outras mais novas e mais brilhantes apareciam, mas anjos nunca lhe tinha aparecido nenhum. Um dia descobriu um ninho de uma galinha do mato no meio das nuvens. As galinhas de mato são todas pretas com pintinhas brancas, chamam-lhe galinhas pintadas.

Esta galinha era muito especial, tinha as penas muito brilhantes, com uma luz própria como o sol. Olímpia logo que a viu pensou que estava a ver um anjo.
Mas Olímpia não era um anjo, era apenas uma galinha que gostava muito de viver nas nuvens e era pouco inteligente.
Com a descoberta de anjos, com relatos de notícias vindas das nuvens altas e enormes, entre Olímpia e Margarida iniciou-se uma grande amizade.
Todas as manhãs, quando Olímpia acordava com a barriga cheia de estrelas enfiava a cabeça nas nuvens para procurar a sua amiga galinha-do-mato.


Como vivia nas nuvens, Margarida viajava muito. Mas uma linda manhã…
O céu estava limpo, sem nuvens no outro dia, no dia seguinte, dias passavam e o céu sempre azul.
Passou-se um mês e, a galinha-do-mato, a Margarida não dava sinais de vida.
Sem nuvens não há chuva e sem chuva a savana, onde Olímpia vivia começava a secar. Faltava alimentos para todos, mas Olímpia continuava gorda, era o único animal, pois havia sempre estrelas para comer.
Uma madrugada, Olímpia acordou com um cacarejar. Abriu os olhos e lá no alto, numa nuvem estava Margarida.

A girafa esticou o pescoço e foi ter com ela. Contou-lhe o que se passava na savana. Era preciso fazer chover.
Margarida pensou e teve uma ideia, parecia tola, mas se não tentassem não sabiam se resultava ou não. Juntamente com a sua amiga sopraram as nuvens, sopraram e empurraram-nas para cima da savana. Com o céu carregado de nuvens só era preciso fazer chover.
Margarida arrancou uma pena do seu corpo, esfregou-a no nariz da girafa, que imediatamente espirrou, o espirro sacudiu as nuvens e começou a chover. Choveu, choveu e a terra voltou a ter a cor verde.
Por esta razão, até hoje, as girafas são amigas das galinhas do mato.


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A girafa que comia estrelas

...
Um dia de festa, a mãe-leitora fazia anos, mas os presenteados foram os alunos e a professora do 2B de Torreira, pela graciosidade, pela leitura clara, correta, com pausas e entoações próprias de uma história que nos envolveu com situações mágicas do chão da savana até às nuvens,juntamente com o filhos o João,um bom leitor, e o Afonso, ouvinte.
De José Eduardo Angalusa, mãe e filho, leram-nos - A Girafa que comia estrelas-
Uma linda história onde a amizade entre uma girafa e uma galinha-do-mato resolveram um grave e sério problema, a seca na savana.
Era uma vez uma girafa, Olímpia de nome, que andava sempre com a cabeça nas nuvens a comer estrelas e a tentar ver anjos.
A galinha-do-mato,de nome D.Margarida, pouco inteligente, mas sabia dizer provérbios que quase toda a gente conhecia, mas ela dizia-os como se fossem seus, piscando os olhinhos e torcendo a cabeça vendo-se que fazia muito esforço para pensar.
Olímpia e Margarida envolveram-s em aventuras e tornaram-se verdadeiras amigas.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Histórias de encantar / Pom-Pom trata dos seus amigos animais


Mais um momento mágico, com uma leitura dialogada,com mudança de voz em cada personagem,entoações, pausas e uma cumplicidade entre mãe e filha, enfim uma verdadeira história de encantar.
Mostraram-se todos muito atentos e recetivos quando a Joana Marisa e a mãe abriram o livro e começaram a dar voz aos animais, dando-lhes vida e fazendo-nos embarcar pelo bosque, onde Pom-Pom, carinhosamente, tratava os seus amigos.

Reconto escrito e ilustração.